MP diz que prefeito de Bandeira desviou R$ 2 milhões



R. FLAUSINO*

A Câmara Municipal de Bandeira, no Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais, aguarda decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), para concluir o processo de cassação contra o prefeito Pedro Carlos Santos (PDT), o Carlinhos Gato. Ele é acusado de improbidade administrativa. Os vereadores e o Ministério Público (MP) o acusam de usar funcionários públicos e outras pessoas como laranjas em um esquema de fraudes que teria desviado até  2 milhões de reais dos cofres da prefeitura. Carlinhos Gato continua no cargo por causa de uma liminar da Justiça.


O promotor Bruno Jardini diz que documentos teriam sido falsificados para avalizar empréstimos consignados “até para quem não era servidor”, entre eles a esposa do prefeito, um de seus filhos, dois irmãos e duas empregadas domésticas. De acordo com o MP pelo menos 30 pessoas estão envolvidas no caso.

O advogado Jaob Ribeiro Costa, que representa Carlinhos Gato, refutou as denúncias. Segundo ele, as acusações estariam sendo orquestradas pela oposição "que quer a cassação do prefeito". "Criou-se a mentira de que o prefeito teria se apropriado de verba pública. Isso não é verdade. Posso garantir que não saiu um centavo do erário público", garantiu. O advogado aguarda a notificação para apresentar a defesa. "O mandato dele está garantido não só pela liminar, mas pela Constituição. Ele quase teve o mandato surrupiado, mas o TJMG determinou a suspensão", disse o advogado.


*R. FLAUSINO é jornalista.
E-mail: direito.flausino@bol.com.br

Um comentário

Anônimo disse...

As denuncias são verdadeiras, foram todas feitas no Gabinete do prefeito, autorizado pelo prefeito na época agora fica falando de que as denuncias não prevalece, é tanto verdade que o mesmo pegou um basculante da AMBAJ e colocou em um caminhão comprado por ele, onde esse caminhão foi cortado seu chassi, e ainda dizem que ele, não é capaz de fazer isso, vamos acabar com a hipocrizia, uma vez que um chefe do executivo usa \pessoas humildes para tomar emprestimos e falsificar contra cheques, como se o cidadão fosse funcionário público, esse homem não é normal, abusar de pessoas e depois ainda fala para que pobre quer nome, só que a câmara quer moralizar e o poder judiciario ainda atrapalha, como fica a situação do povo a cidade acabando a cada dia que passa.
Fui chefe de gabinete desse homem por dois anos e achei que ele cairia com tanta improbidade, mas moramos num paíz onde nossas leis são defazadíssimas e para esse tipo de governante acaba sempre numa boa e quem acaba pagando é o pobre.
OTACILIO PEREIRA NETO

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